In Público
Já andava farto de dizer isto, mas suponho que mais vale tarde do que nunca. É muito mais simples se só nos chatearem para dizer os dias em que vão trabalhar.
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sexta-feira, 22 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Sindicato do Pessoal de Voo aceita desconvocar greve
In Público
Em troca de? E correndo o risco de me repetir, em nome de quem é que passo o cheque?
Acho mesmo engraçada a ideia que um país tem de ter uma companhia aérea que o represente... Se se fossem mas é f#$%. Quem é que ficou com o número de telefone do Efromovich?
sábado, 16 de março de 2013
Passos Coelho: “Previsões são apenas previsões”
In Público
Aparentemente o primeiro ministro vai começar a falar por chavões. Isto até podia ser mais uma maneira para nos entreter, não fosse o caso de se estar a referir ao crescimento, ou falta dele, da economia e do emprego. Os comentadores políticos tentam agora antecipar qual será a próxima banalidade de que dirá. Pela minha parte, sou capaz de apostar em "um euro é um euro".
quarta-feira, 13 de março de 2013
Barclays negociou perdão na denúncia sobre cartelização na banca
In Público
Eu percebo que são necessários estímulos para que alguém denuncie algo em que também participou ou beneficiou, mas não é por isso que deixa de me custar a engolir. É lá aquilo de beneficiar o infrator.
Este caso, no entanto, incomoda-me particularmente porque mesmo que se venha a comprovar a tal cartelização, tenho poucas ou nenhumas expetativas de vir a ser ressarcido. Ou seja, já li que a multa pode ir até 10% do volume de negócios, mas não li que esses 10% revertem para mim que, afinal de contas, fui quem paguei as tais comissões e spreads.
Por outro lado, não me sai o sabor amargo da boca por saber que caso a denuncia não tivesse partido da sede em Inglaterra do Barclays (que está num processo de depuração ética) nada acontecia. Se fosse eu ou outro gajo qualquer que chegasse à Autoridade da Concorrência e dissesse "desculpe, chegue aqui um instantinho, para lhe dizer uma coisa. A senhora (autoridade) não acha estranho que bancos com estruturas de custos e dimensões totalmente diferentes pratiquem preços idênticos ou similares, seja nos spreads ou comissões?", ficava tudo na mesma. Aliás, para os mais distraídos, as gasolineiras fazem exatamente o mesmo. Mais uma vez, estruturas e dimensões diferentes, lojas de posto totalmente diferentes e, no entanto, como que por magia, os preços são totalmente iguais, sincronizados ao minuto. Suponho que temos de esperar que alguém abra a boca.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Coelho Marinho, Arlindo Carvalho e Oliveira Costa acusados de burla e fraude
In Jornal de Notícias
A avaliar pelas últimas notícias, confirma-se que a capacidade de burlar o país só é limitada pela nossa imaginação, descaramento e "tomates" para esticar a corda. As últimas notícias sobre o BPN descrevem um esquema tão básico que chega a ser ofensivo.
Tendo por base a premissa, este dinheiro não é meu e quero que os gajos se fodam, segundo os noticiários o BPN emprestava dinheiro a uma imobiliária, da qual era sócio o ex-ministro Arlindo Carvalho, para esta comprar imóveis ao próprio BPN. Se num espaço de tempo pré-definido a empresa não vendesse os imóveis, o BPN comprava-os de novo por um valor superior. Simples, fácil, eficaz. O mais espetacular é que quando o banco estourou, a nova administração denunciou o contrato que dava suporte a esta brincadeira e a empresa do ex-ministro processou o BPN.
Sendo obviamente difícil de distinguir esta traquinice de simplesmente ir ao banco, pegar num saco de notas e sair, suspeito que isto vai ser mais uma daquelas coisas do género, há corruptos, mas não há corruptores ou há crianças violadas, mas não há pedófilos.
Sendo obviamente difícil de distinguir esta traquinice de simplesmente ir ao banco, pegar num saco de notas e sair, suspeito que isto vai ser mais uma daquelas coisas do género, há corruptos, mas não há corruptores ou há crianças violadas, mas não há pedófilos.
quinta-feira, 7 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Zona euro apoia “ajustamento” dos prazos de reembolso dos empréstimos europeus
In Público
É isso, encorajem-nos! Com tantos ditados à escolha, sei lá, "não lhes dês o peixe, ensina-os a pescar", "quem tudo quer, tudo perde", "quem espera, sempre alcança", tinham de ir pelo "quem não chora, não mama"?
Depois não venham cá queixar-se que nos deram a mão, mas nós queremos o braço!
sábado, 2 de março de 2013
Cidades preparam marcha contra as políticas de austeridade
In Público
Estou mesmo contente com isto das marchas. Fiquei com um ou dois textos por publicar quando foi da última vez e assim sempre não se desperdiçam. Por isso e porque contrariamente ao raio das maratonas, que me passam sempre à porta e me lixam os passeios junto ao rio, esta coisa das marchas é como as vitórias do Porto - vai tudo em direção à Baixa, só que um tudo nada mais deprimidos.
Tripulantes e pilotos votam a favor de greve de três dias na TAP
In Público
A mim, ninguém me tira a ideia que a TAP só continua refém dos sindicatos porque a esmagadora maioria dos portugueses nunca entrou num aeroporto ou avião e não faz a mínima ideia do que fazem os tripulantes. Por exclusão de partes, posso desde já adiantar que não pilotam o avião. Na verdade, o que fazem é cumprimentar-nos à entrada do avião, explicar os procedi pôr a correr o vídeo sobre os procedimentos de emergência, servir bebidas e comida, vender tretas, cumprimentar-nos à saída do avião. E então, desta descrição o que é que um empregado de uma bomba de gasolina não faz?
Vale-me o consolo de saber que estes gajos nem sonham com o que vem aí. Pura e simplesmente não têm noção. Se bem que a malta da ANA lhes possa deixar umas pistas, porque em dezembro já não vi ninguém sem fazer puto e a conversar de mãos nos bolsos nas placas de embarque. A partir do momento em que aquela merda seja privatizada, podem limpar o #% aos contratos coletivos de trabalho. Sem a mama do orçamento geral do estado, vão descobrir que há uma figura na lei laboral que se chama "despedimento coletivo" e que lhes vai deixar saudades do tempo em que se punham com exigências imbecis. Até lá, é contar até dez e voar Lufthansa.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Passos admite nova revisão das metas do défice
In Público
É, não é? A realidade é uma chatice! Por muito que um tipo tente fazer de conta, acaba sempre por nos apanhar e só lhe escapam os loucos. É verdade que este governo também tem vivido num mundo de fantasia, mas neste caso parece-me mais uma questão de imaginação, que os tipos têm para dar e vender. Alguém ainda se lembra do relatório do FMI? Que maravilha!
Agora é esperar para ver o que sai desta avaliação. Como isto é um jogo de espelhos e tanto o governo como a Troika não têm coragem de admitir que as medidas implementadas estão a criar uma espiral recessiva, ainda vão arranjar maneira de ser a Troika a dizer para pagarmos um ano mais tarde, porque a recuperação está a ser fantástica e que nós somos uns gajos porreiros e que o dinheiro agora até nem lhes faz falta e nós a concordar, porque também não queremos ser estraga prazeres, mas da próxima vez também nos vamos esquecer da carteira em casa
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Vá para fora cá dentro
Se isto continua assim, sou gajo para ficar chateado quando começarem a surgir as primeiras notícias sobre a retoma da economia. Ainda me vão ver por aí a cantar grândolas vilas morenas sempre que alguém anunciar a subida do PIB ou descidas de impostos.
Para além da melhoria notória na qualidade de serviço onde quer que um tipo vá, porque isto agora é só sorrisos, fazia o favor e sim senhor, este sábado tive uma experiência totalmente inédita ao entrar na loja do cidadão do Porto as 14:05 e sair às 14:20 com a renovação do passaporte pedida. Mágico e inesquecível.
Para além da melhoria notória na qualidade de serviço onde quer que um tipo vá, porque isto agora é só sorrisos, fazia o favor e sim senhor, este sábado tive uma experiência totalmente inédita ao entrar na loja do cidadão do Porto as 14:05 e sair às 14:20 com a renovação do passaporte pedida. Mágico e inesquecível.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Ministro alemão apela à distribuição dos produtos com carne de cavalo aos pobres
In Público
Não é por nada, mas anda tudo a fazer de conta que não vê o que lhes está ali mesmo à frente dos olhos. E por esta altura nem sei porque raio é que ainda se dão ao trabalho de fazer de conta. Já comeram cavalo e não notaram. A carne de cavalho é mais barata. O país está numa crise do caraças. Toca a comer os bichos como se não houvesse amanhã. O pior que pode acontecer é o preço das aulas de equitação subir.
Numa nota pessoal, gostava no entanto de dizer que se são incapazes de distinguir a carne de cavalo da de vaca, quando me convidarem para jantar em vossa casa não vou poder ir porque vou estar constipado.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Crise demonstra que a experiência neoliberal fracassou, diz Silva Peneda
In Público
A prudência aconselha no entanto a olhar para as declarações deste tipo com algum distanciamento, porque comparando com os outros cavaquistas, isto pode ser só ressabiamento.
Resgates de PPR não podem servir para pagar empréstimos para construir casa
In Jornal de Notícias
Como sou um gajo previdente, em tempos iniciei um PPR. A coisa durou três anos, até perceber que, mesmo considerando o benefício fiscal, não era preciso esforçar-me muito para conseguir melhores rentabilidades se fosse eu a aplicar o dinheiro. E esta história até podia ter sido muito bonita e acabar aqui, não fosse o crash de 2007, que mandou essa linda teoria para o galheiro, juntamente com a rentabilidade. De qualquer modo, não meti lá nem mais um tostão, nem consegui reaver o que já lá estava enterrado.
Foi pois com expetativa que comecei a ver as primeiras notícias sobre resgates de PPR sem penalizações, embora percebesse de imediato que as gestoras de fundos não iam encarar de bom grado a debandada geral. É que tal como eu, certamente haverá muito mais pessoas fartas das rentabilidades miseráveis, porque afinal quem alimentava a máquina era o estado, ao abdicar de impostos, enquanto as gestoras de fundos sacavam as sacramentais comissões.
E se no meu caso a legitimidade para resgatar o PPR até será no mínimo duvidosa, para outros tal poderá ser urgente e indispensável. O engraçado, ou se calhar não, é que não obstante legislação publicada a 1 de janeiro de 2013, os bancos, com aparente impunidade, pura e simplesmente estão a recusar-se a acatar as instruções de resgate dos Clientes. Reconheço no entanto o inegável humor ao argumentarem que o fazem para nossa proteção.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Ministro da Economia atribui quebra do PIB ao desempenho da Europa
In Público
De acordo com o Público, o ministro da economia atribuiu "a queda do PIB português acima das previsões do governo ao impacto do desempenho da economia europeia, que se revelou inferior ao esperado". Só para nos organizarmos, vou fazer um ponto de ordem. Estes gajos não só não são capazes de cumprir com as suas previsões para Portugal, como ainda se dão ao luxo de o justificar com o comportamento abaixo das suas previsões para as restantes economias europeias.
Vá-se lá saber porquê, isto lembra-me que frequentemente as cervejeiras apontam como justificação para as variações da sua quota de mercado o calor que se fez sentir no verão, o que me acaba por deixar intrigado, porque se o negócio só depende do sol, o que é que a malta do marketing anda por lá a fazer?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Economia perdeu 200 mil empregos no espaço de um ano...
In Público
... e não há maneira de se lembrar onde os meteu...
São novecentos e vinte e três mil portugueses, 16,9% da população ativa, que procuram e não encontram emprego. A este número, há ainda que somar os desempregados desavergonhadamente retirados das estatísticas sob o pretexto que estando em formação não estão a procurar trabalho e todos os que perante a ausência de oportunidades no país se viram forçados a sair, num número que pelos vistos parece estar difícil de contabilizar.
No meio destes dados, sabe-se agora também que em dezembro apenas 43% dos desempregados recebiam subsídios e o primeiro ministro já anunciou que o desemprego está razoavelmente dentro das previsões do governo, que deve aumentar e que as previsões podem falhar. Portanto, podemos ficar todos preocupados, em particular aqueles que estão dentro do intervalo a que o tipo se refere como "razoavelmente", porque é o próprio quem diz que não sabe para onde nos leva.
Eu dou de barato ou até por certo que não havia alternativa à austeridade e que provavelmente a taxa de desemprego não mais voltará a baixar dos 10%. O país estava a viver do que não tinha e era preciso cortar radicalmente com a dependência da dívida. Agora, perante um novo problema que até se pode tornar estrutural, o que me incomoda são as meias palavras, a cobardia política, a falta de frontalidade para encarar e falar claramente para quem está do lado errado dos números. Isso e a irrazoável incompetência para implementar medidas fiscais e sociais que minorem as suas dificuldades.
No meio destes dados, sabe-se agora também que em dezembro apenas 43% dos desempregados recebiam subsídios e o primeiro ministro já anunciou que o desemprego está razoavelmente dentro das previsões do governo, que deve aumentar e que as previsões podem falhar. Portanto, podemos ficar todos preocupados, em particular aqueles que estão dentro do intervalo a que o tipo se refere como "razoavelmente", porque é o próprio quem diz que não sabe para onde nos leva.
Eu dou de barato ou até por certo que não havia alternativa à austeridade e que provavelmente a taxa de desemprego não mais voltará a baixar dos 10%. O país estava a viver do que não tinha e era preciso cortar radicalmente com a dependência da dívida. Agora, perante um novo problema que até se pode tornar estrutural, o que me incomoda são as meias palavras, a cobardia política, a falta de frontalidade para encarar e falar claramente para quem está do lado errado dos números. Isso e a irrazoável incompetência para implementar medidas fiscais e sociais que minorem as suas dificuldades.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Semedo acusa Governo de fazer declaração de guerra aos portugueses
In Público
Tenho a leve suspeita que para além de mim, ainda devem andar por aí muitos portugueses que não deixam de esboçar um sorriso quando se fala da crise. Não que para mim esteja tudo na mesma, porque obviamente também senti a subida de impostos e vejo o futuro com alguma apreensão, mas para já, daqui donde escrevo, vive-se melhor do que nos últimos anos do Sócrates.
Tenho a leve suspeita que para além de mim, ainda devem andar por aí muitos portugueses que não deixam de esboçar um sorriso quando se fala da crise. Não que para mim esteja tudo na mesma, porque obviamente também senti a subida de impostos e vejo o futuro com alguma apreensão, mas para já, daqui donde escrevo, vive-se melhor do que nos últimos anos do Sócrates.
Quando a banca foi para o galheiro e com ela o financiamento das famílias, tive a certeza que o consumo ia cair a pique, levando atrás os preços, que isto das leis económicas, no caso a da oferta e da procura, são tão naturais como a água e não precisam de nenhuma policia ou tribunal para serem aplicadas. E foi isso mesmo que aconteceu, em especial no último ano, tanto nos preços base, como através de promoções ao estilo, o senhor é o primeiro Cliente a entrar na loja com o seu número de cartão de cidadão. Hoje estive a limpar o spam do email e as oportunidades que aparecem são extraordinárias, tanto na roupa, como na eletrónica e eletrodomésticos, até aos restaurantes, viagens ou carros.
Mas se os preços são interessantes, verdadeiramente revolucionário é a mudança na qualidade de serviço, lá aquela coisa do compre qualquer coisa e por favor volte cá o quanto antes, que em Portugal foi sempre pouco melhor que miserável. Aparentemente foi necessária esta crise para a maior parte dos empregados, seja do que for, finalmente perceberem que o patrão é o Cliente e não dono e que sem Clientes não há salário. É que pelo meu lado, que até nem sou de me deixar impressionar pela falta de educação e não me atrapalho para deixar claro o que pretendo, já andava farto de ter de desmistificar a ideia que não me estavam a fazer um favor por me atenderem.
Se eu fosse mais inocente, era gajo para acreditar que alguma coisa de bom ficaria desta crise, mas a experiência diz-me que mal isto alivie volta tudo à primeira forma, que no fundo é o que fazemos desde mil quinhentos e picos, viver à custa do que não temos e armar em mais importante do que o que somos.
Mas se os preços são interessantes, verdadeiramente revolucionário é a mudança na qualidade de serviço, lá aquela coisa do compre qualquer coisa e por favor volte cá o quanto antes, que em Portugal foi sempre pouco melhor que miserável. Aparentemente foi necessária esta crise para a maior parte dos empregados, seja do que for, finalmente perceberem que o patrão é o Cliente e não dono e que sem Clientes não há salário. É que pelo meu lado, que até nem sou de me deixar impressionar pela falta de educação e não me atrapalho para deixar claro o que pretendo, já andava farto de ter de desmistificar a ideia que não me estavam a fazer um favor por me atenderem.
Se eu fosse mais inocente, era gajo para acreditar que alguma coisa de bom ficaria desta crise, mas a experiência diz-me que mal isto alivie volta tudo à primeira forma, que no fundo é o que fazemos desde mil quinhentos e picos, viver à custa do que não temos e armar em mais importante do que o que somos.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Grande Reportagem SIC - BPN
Estou a gostar da Grande Reportagem SIC sobre o BPN, particularmente porque volta e meia lá aparecem para nos entreter os nomes e imagens de alguns dos artistas que meteram a mão no prato, dentre os quais obviamente se destaca o Dr. Anibal Cavaco Silva, a sorrir e a acenar, como habitualmente.
Embora a coisa pudesse ser despachada em metade do tempo e aqui e ali seja algo superficial ou fantasiosa, é de aplaudir o resultado e até a coragem do jornalista, porque isto não deve ser gente que goste de ser exposta por dá cá aquela palha.
Também me agrada a constante insistência na ideia de se procurar onde foi parar o dinheiro roubado. Quanto dinheiro é que o Pinto Balsemão terá perdido nesta brincadeira?
Embora a coisa pudesse ser despachada em metade do tempo e aqui e ali seja algo superficial ou fantasiosa, é de aplaudir o resultado e até a coragem do jornalista, porque isto não deve ser gente que goste de ser exposta por dá cá aquela palha.
Também me agrada a constante insistência na ideia de se procurar onde foi parar o dinheiro roubado. Quanto dinheiro é que o Pinto Balsemão terá perdido nesta brincadeira?
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Documentos internos da S&P mostram que agência ignorou preocupações sobre produtos triplo A
Engraçado como eu já estou tão convencido que esta malta é intocável. É que embora dissesse que tudo isto foi inaceitável, até encarei com naturalidade o facto de ninguém ser processado.
Em todo o caso, parece que se vai fazer alguma justiça, se bem que ainda não percebi muito bem a quem pensam entregar a indemnização. E agora que penso melhor, o mais provável é que seja aos bancos ou aos clientes que adquiriram os títulos. Quanto àqueles que viram a vida arrasada pela crise do subprime e ficaram sem emprego, casa ou que comer, melhor sorte para a próxima, porque a justiça não é para quem quer, mas para quem pode. E se assim for, afinal de contas, fica tudo mais ou menos como dantes.
Por falar nisso! O Ministério Público já emitiu o comunicado a pedir desculpas formais a S. Exca. o Senhor Doutor Ricardo Salgado?
Por falar nisso! O Ministério Público já emitiu o comunicado a pedir desculpas formais a S. Exca. o Senhor Doutor Ricardo Salgado?
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
CP teve prejuízo de 222,5 milhões de euros em 2012
É que não estava nada à espera... Ao que esta malta se farta de trabalhar!
Lamentavelmente, não vai ser por isto que vou acreditar que aqueles gajos vão ganhar um pingo de vergonha na cara e deixar-se de merdas. E como, infelizmente, também não acredito que alguém os consiga pôr na ordem, vou só ali buscar o livro de cheques e volto já. Quanto era mesmo?
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