segunda-feira, 6 de maio de 2013

Por esta é que eu não estava à espera...

... Mas então o benfica ainda não tinha ganho o campeonato?

domingo, 5 de maio de 2013

Esperem lá...

... mas afinal as medidas anunciadas na sexta-feira eram a brincar? O tipo anuncia o que lhe apetece e agora escolhe só algumas?

Passos coelho respira fundo

Eu limito-me a um abanar de cabeça, enquanto suspiro.

Portas fala às 19h sobre novo pacote de austeridade

In Público

Agora só falta saber se é o paulo portas oposição ou ministro. Uma dica: se o tipo aparece com dois botões da camisa desapertados, o passos coelho está lixado.

sábado, 4 de maio de 2013

Economia para totós

Nos últimos meses tenho utilizado o blog para falar da crise, quase sempre no gozo ou pelo menos a tentar a ironia. Dizer mal não custa nada e sempre provoca alguns sorrisos fáceis, mas acontece que o tempo passa e o assunto vai perdendo piada, se é que alguma vez teve, tornando-se cada vez mais trágico. Não tanto pessoalmente, porque felizmente ainda quase não senti a crise, embora esteja certo que chegará a minha hora, mas pela catástrofe que vejo desenrolar-se ao meu redor. Portugal está a desmoronar-se, pedra atrás de pedra, num processo aparentemente inexorável, que ninguém parece conseguir ou querer pôr cobro.

Temos um governo que não tem a mínima, melhor dizendo, nenhuma competência para gerir o destino do país no momento que vivemos, provavelmente qualquer momento que seja, porque simplesmente não compreende o que está a acontecer. Fomos entregues a alguém que não aprendeu que o conceito ceteris paribus é meramente académico e não se aplica à realidade, algo que um estudante de economia aprende logo no primeiro ano do curso. Significa "se tudo o resto se mantiver igual".

Para aqueles que não têm formação económica, explico rapidamente. Por exemplo, se nada mudar, o ministro das finanças acredita que reduzir a duração do subsídio de desemprego aliviará as finanças públicas.  E se nada mudasse, isso era verdade. O problema é que no exato momento em que se concretiza o corte do subsídio, as pessoas deixam de comprar bens e serviços, se deixam de comprar bens e serviços, as empresas deixam de os vender, se os deixam de vender, têm de despedir pessoas, essas pessoas vão ter direito a subsídio de desemprego, logo vão sobrecarregar as finanças públicas. O ministro das finanças é incapaz de compreender esta dinâmica, provavelmente porque estava habituado a escrever equações num quadro, onde só mudavam as variáveis que ele queria. No fundo o homem até pode saber economia a pacotes, leia-se saber no sentido em que é capaz de debitar conceitos para uma sala de aula, mas infelizmente não os compreende.

Temos assim um governo que não consegue apreender o que está a acontecer e justifica os sucessivos falhanços com a nossa falta de compreensão e empenho, porque obstinadamente defende que é a iniciativa privada quem tem de acreditar e investir, não obstante o marasmo económico em que estamos enredados. Um governo que cria estímulos à economia pelo lado da produção, quando claramente o problema está do lado da procura, arrastando-nos para uma catástrofe, talvez sem exemplo na nossa história.

Este governo é um carrasco do futuro do país e da esperança de gerações. E se calhar, para quem ainda quase não sofreu na pele os efeitos da crise, é mesmo isso que dói. Ao longo da minha vida já passei por várias crises, mas nunca como agora houve tanta informação para vermos o que está a acontecer. Ver famílias desfeitas, sonhos despedaçados, gerações desperdiçadas, amputadas do futuro a que têm direito é doloroso, especialmente por saber que será em vão e que não precisava de ser assim.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Se eu não cuidar de mim...

Um gajo come de forma sensata, deita-se relativamente cedo, faz desporto, enfim, abdica de uma data de coisas que o fariam feliz, na procura de mais saúde e melhor qualidade de vida. Uma gaja come o que lhe apetece, deita-se quando calha e não faz quase desporto nenhum, ao abrigo da ideia “um dia de cada vez”. Quem é que tem os melhores valores de colesterol, quem é?

Pelos vistos não é só a vida que nos esfrega injustiças na cara, a natureza também tem uma ironia apurada. Se calhar o colesterol é influenciado pelo sentimento de culpa com que se come as coisas. Se é por aí, vou começar a comer tudo frito em óleo, mesmo a alface.

Ferreira Leite diz que “andamos a fazer sacrifícios em nome de nada”

In Público

Bem, agora falando mais a sério, não estará na altura do prof. cavaco silva destituir o governo e, já que está a assinar diplomas, destituir-se a ele próprio? Se calhar a constituição está mesmo a precisar de uma revisão, qualquer coisa na linha de: se três gajos à conversa no café decidirem que o governo deve ser destituído, basta arranjarem uma testemunha, que pode ser o empregado do café, desde que não seja também o dono ou filho do dono, para homologar a decisão.

Que isto não vai a lado nenhum já todos vimos, mesmo os bonequeiros por trás desta palhaçada. Sendo assim, suponho que a questão é: quem é que está a ganhar com isto? Com este crime de estado está a destruir-se o sistema nacional de saúde e o sistema educativo. Ao abrigo da austeridade, está a cortar-se todo o financiamento, até sufocarem e colapsarem, para serem definitivamente privatizados. Acontece que as PPP dão muito nas vistas, mas a educação e saúde conseguem fazer-se com micropagamentos, sem contratos complexos e grandes transferências do estado. Sendo assim, é só ver quem vai ficar a prestar os serviços.

Redução estrutural da despesa anunciada por Passos Coelho na sexta-feira às 20h

In Público

Mas redução de que despesa? Ainda sobrou alguma coisa para cortar? Se calhar as repartições públicas vão começar a funcionar em regime de self-service  e é o utente que passa a preencher os dados em computador e a carimbar os documentos. No fundo, deve ser mais ou menos o que já andam a tentar fazer na saúde há uma data de tempo. O meu barbeiro está há mais de um ano à espera de autorização para fazer um TAC. O tipo tem uma dor nas costas que volta e meia lhe apanha os músculos dos braços e lhe prende os movimentos. Confesso que a coisa não me preocupava muito, não fosse lá aquilo da navalha passar perto da carótida. No espírito faça você mesmo, já me ofereci para desenhar o TAC para ele apresentar ao médico de família.

Estou mesmo curioso para ver do que é que estes gajos se lembraram agora. A ideia de aumentar a idade da reforma é brilhante e o aumento do horário de trabalho também não está mal. Se calhar estão é a ser pouco ambiciosos. Acabava-se com a escolaridade obrigatória depois dos nove anos e a malta passava uma vida a trabalhar, isso é que era. Suponho que será o mais perto que o PCP vai ver Portugal de um país comunista. A China tem escolaridade obrigatória?

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Elementos da JS e do PSD e JSD envolveram-se em confrontos na Trofa

In Público

Lá, como cá... Suponho que é para nos lembrar que, afinal de contas, ainda somos um país do terceiro mundo. Lavadinho e desinfetado mas, ainda assim, do terceiro mundo.

Confrontos no Parlamento na Venezuela deixam 11 deputados feridos

In Público
"Enquanto não reconhecerem as autoridades, as instituições da república, a soberania do nosso povo, os deputados da oposição não vão falar nesta Assembleia Nacional.", Diosdado Cabello, presidente da assembleia.
E aqui está, mais um exemplo das forças democráticas em plena ação governativa. Suponho que é com isto que a malta do PCP tem sonhos molhados. Quem não tem a maioria, come e cala. Não percebo é porque se queixam tanto dos governos maioritários do PS e PSD que, afinal de contas lhes pagam mais ou menos na mesma moeda e, se têm de os ouvir, borrifam-se para o que dizem.

Por falar em PCP, como é que correu o um de maio? Continuamos a resolver os problemas de crescimento e financiamento da economia com cartazes em punho e gritos de ordem nas ruas? 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Bebidas brancas” proibidas a menores de 18 anos a partir de hoje

In Público

Confesso que, talvez por inocência ou boa vontade, fiquei surpreendido ao saber que as bebidas brancas ainda não eram proibidas a menores de 18 anos. Obviamente fiquei ainda mais surpreendido, mais uma vez o benefício da dúvida, por estes gajos conseguirem complicar a lei e só proibirem a cerveja e o vinho a menores de 16 anos. Deve ter a ver com os estímulos à economia pelo aumento da procura, lá aquilo do vinho dar de comer a um milhão de portugueses.

Com jeito ainda vamos descobrir que a venda de tabaco só está proibida a menores de 14 anos e, mesmo assim, há uma distinção entre o tabaco de enrolar e o vendido em maços.

terça-feira, 30 de abril de 2013

E se de repente...

... ela disser “vou comer um iogurte, queres que te traga qualquer coisa?”, der um salto do sofá e começar a nadar bruços no ar em direção à cozinha.

O melhor do mundo são as crianças...

... mas um gajo fala com os amigos que têm filhos e a coisa é sempre ao estilo:
- Então isso vai?
- É pá, estou um bocado cansado, sabes como é.
- Não, não sei.
- O puto dá uma trabalheira, requer (requer, tipo manual de instruções de um eletrodoméstico) tanta atenção... (voz sumida).
- Mas não estás feliz?
- Estou, é espetacular, dá-nos tantas alegrias, mas... (voz sumida).

E é sempre este mas que lixa tudo! Mas o quê? Gostam ou não? Estão arrependidos? É por isso que resolvi fazer o senso definitivo sobre o assunto. Sendo assim, aqui fica a pergunta para os jovens pais ou em gestação: VALE A PENA? SIM OU NÃO?

(como não sei pôr aquelas porcarias para fazer inquéritos, gritem para o ecrã, ninguém liga aos resultados e vai dar à mesma coisa)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Estava aqui a organizar papéis...

... e só agora me apercebi que não vale a pena estar com grande pressa para apresentar o IRS, porque este ano não há devoluções para ninguém!

Portugal, revisto e aumentado

Rigor orçamental vs austeridade ou competência vs incompetência


Para os que ainda não perceberam, o professor, que é como o presidente da república gosta de ser chamado, porque lá na terra, como em qualquer outra terra quando ele era miúdo, as referências de sucesso eram o professor exigente, o padre moralista e o presidente da junta que acreditava que o dever cumprido era uma fonte maior e uma praça com um coreto, é incompetente na ciência em que se formou, a economia. No entanto, corporizando estas três figuras de autoridade, o homem lá construiu a sua carreira política, à semelhança do presidente do conselho, que definiu esta bitola, não se lhe conhecendo qualquer capacidade de investimento ou multiplicação de riqueza se, obviamente, esquecermos a SLN.

Para os que têm memória mais curta, o presidente foi primeiro ministro de Portugal entre 1985 e 1995. Foi durante os seus mandatos que o país começou a ser inundado por fundos comunitários e se passou da fome para a abundância, literal e repentinamente, benesse que lhe permitiu dar largas ao presidente da junta que guardava dentro dele, com a chamada política do betão, ao abrigo da qual se começou a asfaltar e cimentar o país. Ele foi estradas, rotundas, barragens, o grande coreto dos jerónimos, tudo sustentado em investimento público. Será também nesta altura que se dá a maior vaga de enriquecimento ilícito em Portugal, a coberto de projetos de investimento fraudulentos, financiados por programas comunitários, tutelados, distribuídos e verificados pelo governo português.

Para os revisionistas da história, convém lembrar que foi sob governação deste indivíduo que Portugal, a troco de uma esmola, abdicou da sua autonomia alimentar, desmantelando a frota pesqueira e destruindo a capacidade agrícola. Não foi ele quem, para o bem ou para o mal, criou as condições e nos conduziu à moeda única, pois em 1995 o PSD é substituído na governação pelo PS, comandado pelo inenarrável António Guterres, num momento em que não obstante todos os apoios da comunidade europeia, o país atravessava uma crise de crescimento e desemprego, acompanhada de convulsões sociais, que culminou no buzinão da ponte salazar. Ato contínuo, perdeu as primeiras eleições a que se apresentou como candidato à presidência da república para Jorge Sampaio, em si mesmo um feito digno de nota. 

Para os mais céticos quanto à fé cega do povo neste homem, a coisa tem uma explicação bem simples. É igual ao amor que um cão tem pelo dono. Assim como os cães seguem quem quer que lhes dê de comer, foi ele quem assinou os primeiros cheques vindos de Bruxelas. Os mesmo cheques que permitiram a uma larga maioria sair da miséria, particularmente aqueles ligados às artes da construção, dando-lhes de comer, onde dormir e a possibilidade de porem os filhos a estudar, na esperança de uma vida melhor.  Ao estar no sítio certo à hora certa, recolheu os proveitos políticos da negociação feita por Mário Soares com os amigos franceses. Infelizmente limitou-se a dar o peixe, deitando todas as canas fora.

E é este homem que segura um governo medíocre e incapaz de ultrapassar o desafio que enfrentamos. Um homem que bem vistas as coisas não tem mais competência do que um contabilista ou se calhar um marçano, que também é capaz de gerir uma conta de deve e haver. Se lhe derem euros para gastar, ele gasta-os, se não derem, para tudo. Infelizmente, sobretudo para nós, a economia não funciona assim. O dinheiro que eu gasto é o rendimento de outros e vice-versa, sendo a partir desta troca que se produz riqueza. É este princípio básico de macroeconomia que está a ser violado sem pudor, condenando-nos a uma espiral recessiva que nos vai levar ao segundo resgate. E se o ministro das finanças não é mais do que um moço de recados que faz o que lhe  mandam, a este homem exigia-se bem mais.

sábado, 27 de abril de 2013

Ainda sobre a crise

Aqui há uns meses, o Mak fechava um post, de forma brilhante, dizendo que anda por aí muita malta a queixar-se da subida do preço do cloro para a piscina, um pouco na linha da história da família muito pobre: o pai era pobre, a mãe era pobre, o motorista, a cozinheira, o jardineiro e a lavadeira também eram pobres.

O post nunca me saiu da cabeça, não tanto pela questão do cloro, porque qualquer um sabe que isso causa alergias e as piscinas devem ser desinfetadas com oxigénio, mais porque claramente andam a poupar no aquecimento do balneário.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Afinal de contas...

... qual é a pena por insultar o presidente da república?


E, por exemplo, se alguém disser que parece atrasado mental, é um insulto? Afinal de contas há pessoas com dificuldades mentais que parecem normais. Por outro lado, há outros que parecem normais e são claramente retardados. Normalmente os indícios são a forma como falam e a expressão facial desajustada ao momento e emoções que estão a sentir... Não sei, ouvi dizer.

Estas penas são como as das cartas de condução, com infrações graves e muito graves? Pode só ficar pela multa? Hmmm...  De quanto é a multa?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Para quando a reintrodução da pena de morte?

Quando eu pensava que já tinha visto tudo na estrada, hoje de tarde fui surpreendido com algo totalmente novo, em plena Avenida Brasil, na Foz do Porto. O trânsito estava todo encravado e, à medida que avançava, lá percebi por quê. Uma atrasada mental circulava a 10 Km/h, com os quatro piscas ligados, enquanto se deliciava com a paisagem da praia, completamente abstraída do caos que provocava atrás dela.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Das relações

O problema das relações relações entre homens e mulheres, para além do óbvio, uns são homens, outras são mulheres, está claramente nas expetativas.

No caso das mulheres, o mal é não perceberem que os homens são, basicamente, pavões. E não quero com isto dizer que somos todos uma cambada de bichas histéricas, sempre a dizer alto, enrolando a língua, “ó melher”, enquanto dobramos o braço e estendemos a mão virada para cima, com uma pochete a tiracolo. Dizia eu, somos pavões, porque, quando queremos conquistar uma mulher, não olhamos a meios para chamar a atenção e captar o interesse. Vai daí, abrimos em leque todas as penas, numa tentativa de ofuscar a concorrência e o que quer que esteja à volta. Ele é interesse por tudo o que ela diga, faça ou suspire, perguntas sobre o dia, o trabalho, a família, os vizinhos, o cão, gato, periquito e o que mais houver. São convites em série para jantar nos restaurantes da moda, engalanados com as melhores roupinhas e com pontualidade irrepreensível. A cereja no topo do bolo são, obviamente, as respostas a todas as mensagens e os telefonemas atendidos ao primeiro toque. Tudo isto iluminado por uma constante alegria de viver, que enjoa quem quer que passe por perto.

Mas quem é que no perfeito juízo acredita que um gajo, qualquer gajo que seja, mesmo que aposte a vida nisso, consegue manter o ritmo dias e dias a fio, sem quebrar ou falhar? Nem que seja por motivos práticos, porque, salvo a estatisticamente improvável hipótese de se tratar do herdeiro de uma grande fortuna, é previsível que o tipo tenha de trabalhar e certamente terá um orçamento finito.

Elas pagam na mesma moeda. Superproduções, nem que seja só para tomar um café na esquina, interesse por carros, motas, futebol, bilhar, sameirinha, berlinde, corridas de pigmeus montados em tartarugas, o que quer que seja para deixar a mensagem “sim, eu partilho os teus interesses". Pontualidade também irrepreensível, entenda-se cinco minutos de espera, que é para o gajo não pensar que estava colada à porta e um sorriso de orelha a orelha, ao vivo, ao telefone ou por mensagem. Sim, está tudo perfeito, o mundo é cor de rosa.

Qualquer imbecil que saiba somar um mais um, consegue perceber que o guarda roupa dela é finito e que lá para o, digamos, sexagésimo encontro, é previsível que a roupa se comece a repetir. Mas não, lá começa a malta a embirrar que antigamente é que era e que agora ela já não se preocupa puto com o que veste. E é só a ponta do icebergue, porque depois começam as tangas com a alimentação, estás mais gorda, mais magra e isto e aquilo.

Convém lembrar que esta treta toda começou com os gajos a ir à caça e elas a tomar conta do estaminé. Ele provia, ela organizava. Só no século XX é que se verificaram alterações significativas dos papéis do homem e da mulher na sociedade, com repercussões na forma como racionalizamos as relações, mas não necessariamente as sentimos, muito menos as intuímos. Quem acreditar que basta um século para mudar mecanismos emocionais e comportamentais desenvolvidos ao longo de milhões de anos está a preparar-se para uma desilusão. O que procuramos não é necessariamente o que precisamos e o que estamos disponíveis para dar não é necessariamente o que devíamos. E é assim que se instala a confusão, porque ninguém sabe o seu papel e anda tudo à procura de príncipes e princesas que, obviamente, se não quisermos ver, não existem. É lá aquela coisa da "bondade nos olhos de quem vê".

terça-feira, 23 de abril de 2013

Caixa Geral de Depósitos vai apoiar PME em mil milhões de euros

In Público

Pelos vistos parece que a brincadeira já passou dos limites e antes que a coisa não tenha volta, quem manda resolveu pôr-lhe um fim. Dia 17 de abril o Ricardo Salgado disse que "a austeridade é violenta e está a chegar ao limite". Seis dias depois, o governo começou a resolver o problema. 
E assim, num passe de mágica - quando um tipo associa magia à resolução de problemas económicos, só pode ser mau augúrio - resolve-se a violência de ninguém estar a pedir crédito aos bancos e atinge-se o limite de hipotecas que estes estavam disponíveis para executar.