Terá sido dos primeiros a abandonar o barco? É que nunca mais ninguém o viu. Provavelmente já se está a preparar para a segunda vaga.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Sindicatos da função pública cada vez mais próximos de uma greve conjunta
In Público
À razia que o governo já fez e ao ritmo a que estão a levar a coisa, ou marcam a greve para breve ou acabam a ir todos para a manifestação no mesmo carro.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Leonardo Jardim e o Sporting
Suponho que algumas pessoas não conseguem resistir ao abismo, deve ser como aquilo das drogas. Um gajo está muito bem na vida e um dia acorda de manhã com uma vontade irresistível de dar cabo de tudo.
Mas porra... O sporting? Mais valia ter-se mesmo metido nas drogas!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Quando os países não percebem o seu poder.
Há muito tempo que acredito que uma grande parte do ascendente, ou até mesmo poder, que os outros têm sobre nós é aquele que lhes queremos conceder. É claro que percebo estruturas sociais, como as hierarquias profissionais mas, mesmo aí, há os que são meramente submissos e os que conseguem conquistar o seu espaço e respeito. Pela minha parte, com um ou outro ajustamento, esta visão das relações aplica-se ao plano pessoal e profissional, mas também nas relações entre empresas, sociedades e países.
É por isso que me parece um bocado deprimente que Portugal e os restantes países periféricos ainda não tenham percebido qual o seu papel na (des)união europeia, que no fundo é o de desvalorizar o euro. Somos o contrapeso. No dia em que Portugal, Grécia, quem sabe Espanha, saírem do euro, a valorização do euro será tal, que de um dia para o outro a Alemanha acorda sem qualquer competitividade. Toda aquela altivez e ética de trabalho pretensiosa vai para o galheiro e os série três, classe c e A4 ficam nos parques de estacionamento das fábricas.
E se é para isso que lá estamos, para ser o parente pobre, que vive de sobras e esmolas, então é melhor perder de vez a vergonha na cara e voltar a exigir os nossos apoios e subsídios, os mesmos que nos têm permitido manter alegremente num estado inconsciente de subdesenvolvimento, enquanto fazemos de conta que somos membros do primeiro mundo.
E se é para isso que lá estamos, para ser o parente pobre, que vive de sobras e esmolas, então é melhor perder de vez a vergonha na cara e voltar a exigir os nossos apoios e subsídios, os mesmos que nos têm permitido manter alegremente num estado inconsciente de subdesenvolvimento, enquanto fazemos de conta que somos membros do primeiro mundo.
Special One
Talvez também por uma questão de feitio ou se calhar só por isso mesmo, acho piada ao José Mourinho. Gosto de pessoas que são boas no que fazem e numa época em que a mediocridade parece reinar, gosto ainda mais quando o esfregam na cara dos outros. Normalmente não vejo nisso arrogância, mas um orgulho descarado. Orgulho no trabalho árduo e na conquista dos objetivos a que se propõem, os tais 90% de transpiração e 10% de sorte, superando a mediania por onde a maioria das pessoas afina.
Eventualmente até posso estar enganado, mas não deve ser fácil ganhar campeonatos em quatro países diferentes, muito menos duas ligas dos campeões. Aqueles que apontam para os orçamentos que gere e jogadores que tem ao dispor, parecem esquecer-se que há mais treinadores e equipas em condições semelhantes.
Acontece que o sucesso é sempre inebriante e parece que desta vez o tipo se passou de vez e perdeu a noção da realidade e da importância relativa das coisas. A forma como está a gerir a sua saída do Real Madrid, após uma época em que falhou todos os objetivos, mais do que lastimável, é nojenta e medíocre. Se o futebol é realmente um desporto de paixões, é indesculpável o desrespeito que está a revelar pelo clube que representa e, especialmente, os adeptos. De qualquer das formas, suspeito que não vai ser por isso que no próximo campeonato inglês não o teremos a provocar tudo e todos. A ver vamos como se dá com o special two, a quem até acharia ainda mais piada, não fosse ter largado as fraldas cedo de mais.
Coisas que me tiram do sério...
Ouvir um palerma inglês, americano ou quem sabe alemão, a cantar reggae com pronúncia pseudo jamaicana. Isso e o tema das músicas, sempre amor e paz, tanto amor e paz, apre...
domingo, 19 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Para memória futura
Durante a semana que passou estive a fazer entrevistas de recrutamento. Como sempre, fui confrontado com uma amostra da população portuguesa, aqui abordada em jeito de fábula
A toupeira, que começou o ensino superior, desistiu, mudou várias vezes de emprego e passados dez anos, está outra vez no ensino superior (e pelos vistos não está a correr bem). Não faz a mínima ideia para onde vai, aliás fiquei com a impressão que nem de onde vem, mas está à espera que um empregador acredite nela, sei lá eu porquê.
O grilo, esforçado e que já mudou de cidade várias vezes, sempre na procura de melhores oportunidades, mas que tinha a insuportável caraterística de ter opinião sobre tudo, que fazia questão de partilhar e que pura e simplesmente não se calou durante toda a entrevista. E quando eu digo não se calou, quero dizer que quase não me lembro de ter feito perguntas.
A formiga, que começou a trabalhar ainda não tinha acabado o secundário e que tem procurado oportunidades profissionais que consolidem o seu percurso e competências. Sabia qual era o papel que se esperava representasse e esforçou-se para o conseguir
A cigarra, uma tipa que até nem era nada burra, não se desse o caso de ter apostado com igual peso e medida na competência e no charme. Estava claramente convencida que para ser contratada bastava menear a cabeça, fazer beicinho e passar as mãos pelo cabelo e, aparentemente, em momento algum lhe ocorreu que ninguém minimamente lúcido está interessado em meter na empresa uma gaja que vai de certeza confundir os moços e arranjar confusão com o mulherio.
Sendo assim, cientificamente concluo que setenta e cinco porcento da população portuguesa não faz ideia do que quer ou é esperado dela em termos profissionais. E isto até nem me chateava por ai além, não fosse a forte probabilidade de frequentemente ser atendido por um deles.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Portugal torna-se o quinto país a aprovar co-adopção por casais homossexuais
In Público
Portugal, um país à frente do seu tempo, na primeira linha da modernidade... Ou não, porque esta lei não passa de uma hipocrisia, ao estilo, se não podes vencê-los, junta-te a eles.
Os serviços de adoção nunca impediram que homossexuais adotassem crianças individualmente, que acabavam por ser integradas em famílias, pelo que agora apenas se está a legalizar uma situação de facto. O que leva os deputados a não permitirem a adoção por casais homossexuais é e continuará a ser um mistério.
Funcionários públicos dispensados
Esta coisa de despedir alguém dizendo que se vai dispensá-lo é um eufemismo espetacular. Eventualmente espetacular não será a melhor palavra para o descrever, talvez cobarde fique melhor. A verdade é que, nem que seja para variar, nesta coisa até nem estamos sozinhos e o conceito é utilizado também na língua inglesa, com um ainda mais torpe let you go.
Sobre isto, há uns anos cruzei-me com um sketch delirante entre um diretor de recursos humanos e o funcionário:
- Sr. Santos, vamos ter de o dispensar.
- Mas, mas... Eu não pedi nada.
- Seja como for vamos ter de o deixar ir.
- Ó seutôr, eu estou bem e gosto muito de cá estar.
- Sim, mas vamos ter de o libertar.
- Deixe estar, que eu não quero.
...
Iam assaltar bombas com GNR lá dentro e foram corridos a tiro
In Jornal de Notícias
O problema de Portugal é, obviamente, a falta de formação. É que nem para fazer a porra de um assalto a uma bomba de gasolina temos gente competente ou com um mínimo de profissionalismo e a coisa é sempre ao estilo "para quem é, bacalhau basta". Vai daí, nem sequer repararam que estava um carro da GNR estacionado na bomba e iam acabando envenenados com chumbo.
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Portugal
Portas: “Sou politicamente incompatível com TSU dos pensionistas"
In Público
Nota artística: 10 Nota técnica: 4
Nota artística: 10 Nota técnica: 4
Assim começa a ser difícil! Este tipo dá tantas piruetas, que um gajo já nem sabe a quantas anda e corre o risco de estar para aqui a mandar bocas, já ele voltou a mudar de posição.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Mas que merda é esta?
Ontem cruzei-me com dois gajos mais ou menos nestes preparos e não me venham cá com as tangas da segurança na masculinidade e que é preciso ser muito homem para usar calças cor de rosa.
Se um gajo acordar de manhã e por motivos totalmente inexplicáveis e alheios à sua vontade só tiver estas calças no armário, obviamente vai trabalhar em boxers! Isso sim é que é de homem.
Casal do Porto inventa filho para conseguir uma casa maior
In Público
Fico sempre irritado quando calha de ir aos correios em semana de pagamento de subsídios e lá estão as mães perfiladas, rodeadas de uma data de filhos e filhas, as mais velhas já grávidas e também de crianças ao colo, como se isto da segurança social fosse uma atividade profissional.
Não obstante isso, ou melhor, até por isso, como defendo que em qualquer atividade económica se deve premiar a inovação, pelo engenho, arte e, acima de tudo, desplante, estes gajos mereciam que lhes dessem a casa.
Seguro sai da reunião “da mesma forma” que entrou
In Público
Nem sequer um bocadinho despenteado, nó da gravada alargado, óculos tortos, uma fralda de fora e marcas de batom no pescoço.
Mas estavam à espera de quê? O tipo tem a agenda dele, literalmente, com uma data de nomes a quem tem de dar de comer. Não vai ser agora, que até já tem um esquema colado na parede com a distribuição de lugares, que se vai meter na cama com o governo e comprometer-se com a desgraça instalada.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Mais de um quarto dos portugueses sem meios para manter a casa aquecida
In Público
Numa nota positiva, sempre ficamos a saber que pelo menos um quarto dos portugueses ainda tem casa. De qualquer das formas, se calhar está na altura de se deixarem de frescuras (foi sem querer) e vestir um casaquinho de lã ou umas meias mais grossas, porque esta é mais uma daquelas notícias em que se topa que as prioridades da malta continuam desajustadas. Meus amigos, há escolas que abrem ao sábado porque os miúdos não comem em casa...
"Penso que foi uma inspiração da nossa senhora de fátima, é o que a minha mulher diz"
Hmmmmm!
Eheheheheheh!...
Ahahahahahahahahahah!...
Eheheheheheh!...
Ahahahahahahahahahah!...
Ehhhh!... É um reinadio este nosso presidente. Mas na dúvida, não será má ideia um exame, só para ter a certeza que o homem está mesmo no gozo e não perdeu as faculdades mentais que ainda lhe restavam.
De qualquer forma, eu sempre achei que o homem governou ao estilo dona de casa (dão-lhe dinheiro para gastar, compra o essencial, um ou outro luxo e põe um bocadinho num mealheiro, para os dias difíceis), mas não estava à espera de descobrir que era a mulher quem puxava os cordelinhos.
De qualquer forma, eu sempre achei que o homem governou ao estilo dona de casa (dão-lhe dinheiro para gastar, compra o essencial, um ou outro luxo e põe um bocadinho num mealheiro, para os dias difíceis), mas não estava à espera de descobrir que era a mulher quem puxava os cordelinhos.
Cavaco afirma que a sétima avaliação da troika é “inspiração de Nossa Senhora de Fátima”
In Público
Pfffff!...
Ahahahah!...
Ahahahahahahahahah!...
Snif! Snif!
....
Hmmmm...
...
Ahahahahahahahahah!...
(vou ali respirar para dentro de um saco de papel e já volto)
Pfffff!...
Ahahahah!...
Ahahahahahahahahah!...
Snif! Snif!
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Hmmmm...
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Ahahahahahahahahah!...
(vou ali respirar para dentro de um saco de papel e já volto)
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