In Público
E o Ano Novo, camarada? É para comprar já as uvas passas?
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Há dias assim
Em todo o caso, nos tempos que correm, um tipo tem de ter sempre algumas reservas com estas notícias e ficar na expetativa se vai aparecer a habitual segunda notícia. Aquela em que dizem que afinal se trata de uma campanha publicitária.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Presidência da República
Eu sei que a Presidência da República é cada vez mais um lugar para se falar e não fazer nada. E até compreendo que o marcelo não tenha percebido a diferença entre o cargo e do comentador político. Afinal de contas o resultado final é igual. Mas ele estará mesmo convencido que pode ser presidente da república?
Aparentemente ninguém se deu ao trabalho de lhe explicar (nem ao alegre) que isto da presidência é para ex primeiros-ministros, assim uma espécie de reforma antecipada, preferencialmente para aqueles que até têm alguns números de telefone internacionais no telemóvel. Parece que está em negação, ou então não reparou mesmo, o que para comentador político não é grande cartão de visita, que o barroso, e se calhar o guterres, qualquer dia também estão nas estatísticas do desemprego. Sim eu sei que no estrangeiro ninguém sabe quem é cavaco, mas o marcelo ninguém sabe quem é em Portugal. Que digo eu, nem em Lisboa, mesmo com aquelas palhaçada do mergulho no rio.
domingo, 3 de novembro de 2013
Os parques de estacionamento e o desemprego
Ainda sobre isto dos parques de estacionamento como metáforas de um povo, é favor comparar a largura dos lugares nos IKEA do Porto e Lisboa, Norteshopping e Colombo, por fim, El Corte Ingles de Gaia e Lisboa. Agora vejam bem as taxas de desemprego da Suécia, Portugal e Espanha: 7,5%, 16,5% e 27%, respetivamente. Há uma clara correlação entre a dificuldade de estacionar um carro e a probabilidade de se estar empregado, claramente sustentada pelo tempo que se perde numa ou outra tarefa.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Halloween
Ora bem, este foi o quinto
Halloween que passei na minha casa e, finalmente, desta vez já não fui apanhado
desprevenido. É que em outubro de 2009, dois meses depois de me ter mudado,
estava eu descansado a ver televisão, quando por volta das nove e meia ouvi uma
algazarra tremenda, urros e guincho lancinantes vindos do hall das escadas.
Entrei em pânico e o meu cérebro desligou-se. Desligou-se o cérebro, a
televisão, as luzes, tudo. Fiquei ali imóvel e em silêncio, à espera que
aqueles espíritos malignos se afastassem sem me fazerem mal. Por uma razão ou
outra, nunca antecipada, a coisa repetiu-se nos três anos seguintes, sendo que
no ano passado os sacanas dos espíritos se atreveram a deixar pedacitos de
papel higiénico à nossa porta.
Este ano resolvi tomar o assunto em mãos,
entenda-se nas mãos da Outra Metade e, quando ouvi a chinfrineira, empurrei-a
para a porta. Quando a abriu, foi confrontada com quinze pigmeus ou anõezitos, à volta dos seis anos, mascarados de esqueletos, bruxos e bruxas,
que a ameaçaram com a frase “doçura ou travessura. Enfim, acabaram por levar os meus mini mars
e foram assombrar outro apartamento. Para nosso espanto, passada uma hora, lá
voltamos a ouvir as mesmas vozitas do além. A Outra Metade voltou a arriscar espreitar e deparou-se com uma comitiva mais pequena da mesma tribo. Vocês outra
vez? Nós somos outros, disseram eles. Naquela idade devem pensar que a máscara
os torna irreconhecíveis, tipo gato escondido com rabo fora,
porque realmente eram os mesmos sacanitas, satisfeitos da vida por andarem sozinhos pelo condomínio a sacar doces a toda a gente.
Porta dos Fundos
"When you are dead, you do not know you are dead. It's only painful and difficult for others. The same applies when you are stupid.", Ricky Gervais
À laia de serviço público, aqui fica o link para o único perfil do facebook que interessa.
Guião da reforma do Estado
In Público
Quanto ao guião da reforma do estado, cumpre-me dizer o seguinte. A empresa onde trabalho tem vários parques de estacionamento, um dos quais apenas para a direção, onde tenho a duvidosa honra de estacionar. Como sou gente pontual, chego sempre dez a vinte minutos antes das nove, quando o parque ainda está relativamente vazio e nunca me tinha apercebido da bandalheira que se instala perto das nove. É que hoje deparei-me com carros espalhados por todo o parque, que não tendo lugares marcados, tem marcações de lugares. Ele era carros no início meio e fim, com um ou dois lugares de permeio, numa ordem aparentemente aleatória e inexplicável. E é por estas e por outras que dei por mim a pensar que se nem a direção de uma empresa líder de mercado se consegue organizar numa tarefa tão simples como estacionar os carros no parque, certamente nãovai ser o país que se vai organizar para sair do buraco onde se meteu.
Ainda sobre isto dos parques como metáfora de um povo, aqui há uns anos contaram-me que na suécia a malta que chega mais cedo deixa os carros mais longe, para que os que vêm atrasados não se atrasem tanto. Notar que estamos a falar de um país com uma taxa de suicídio anormalmente alta, por isso estas imbecilidades não servem de exemplo para ninguém.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Pichelaria
Não, não virei à esquerda! Isso era pichar, ao abrigo que istdo é tudo nosso e podemos cagar as paredes que quisermos. Gostava de ver as casas destes animais... Bem, até já vi a do francisco louça e era bem hipster.
Dizia eu, pichelaria, porque finalmente lá vieram cá a casa tentar resolver o problema com as águas e a coisa resume-se mais ou menos a isto. Os homens chegam, eu, respeitosamente, porque isto com estes gajos toda a subserviência é pouca, digo que me disseram que as válvulas de não-retorno não devem estar junto a curvas (joelhos na gíria destes bacanos), os homens dizem sim, sim, com complacência, mas vai ser preciso fazer testes. Passadas três horas, depois de se terem fartado de ligar e desligar coisas, de um telefonema para a empresa a dizer que já não vou de manhã e meto meio dia de férias, demoram um quarto de hora a porem a válvula em plástico mais longe da curva e dizem com um sorriso de genuína felicidade e dever cumprido: já está! Fffffff!!!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Assunção Cristas não quer portugueses com mais de dois cães por apartamento
In Público
Para já andarmos a perder tempo com estas merdas ou acabou mesmo a recessão ou alguns ministros andam tão distraídos, que começaram a acreditar na propaganda que o próprio governo inventa.
Sobre a delicadeza
Regra geral, vá-se lá saber porquê, não sou tido por um gajo delicado. Sim, não uso boxers com rendas, nem cremes para isto e para aquilo, mas não era bem a isso que me referia. Digamos que me falta algum filtro e, não sendo propriamente inconveniente, volta e meia lá me sai um comentário um bocadinho mais acutilante ou menos consensual.
É mais ou menos nesse espirito, e até nem me parece que seja o pior exemplo, que quando uma conhecida já deu ou está para dar à luz, só para provocar, costumo perguntar se já rebentou. Pergunto às amigas e colegas e, obviamente, sou recebido com um coro de protestos, que normalmente começa por longos "ohhhhhh". Lá aquilo do é um momento tão bonito, único na vida de uma mulher, cria-se um laço para a vida, vocês os homens não conseguem perceber, e tretas dentro da mesma linha.
Acontece que quando falo com amigas que já, hmmmm... pariram(?) há muito tempo, sou confrontado com a realidade da história e todos os mitos vão para o galheiro, em troca de: não me apanham nessa merda outra vez; p*** que pariu as dores de costas e de parto; não tive uma noite decente desde os quatro meses;etc., etc. É mais ou menos como o mito das viagens de núpcias às Maldivas. Logo após a viagem, que sim, que é muito bonito, espetacular, o melhor sítio onde foram. Passados dois anos, que ideia estúpida, não se passa nada, só se faz praia, não há uma porra de uma laranja ou maçã em todo o país. Sendo assim, suponho que toda esta treta está na linha dos desejos de gravidez ou da TPM como pretexto para uma vez por mês nos lixarem a cabeça com tudo aquilo que normalmente não têm coragem para dizer e reprimem.
A verdade é que, para momento único, tenho bem a impressão que são os pais quem sai a ganhar, porque enquanto a mãe está meia atordoada pelo esforço e dores, a maioria das vezes ainda sobre o efeito da anestesia, os pais estão totalmente conscientes no momento em que pegam pela primeira vez nos filhos. E deixem-me dizer que sim, a expressão que lhes fica gravada na cara realmente mostra que aquele é um momento único na vida.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
O carisma não se vende nas lojas
"One chord is fine. Two chords are pushing it. Three chords and you're into jazz.", Lou Reed
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
E o inferno gelou...
"CDU coliga-se com o PSD na câmara de Loures", In Público
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Nem se eu quisesse inventar,
Política,
Portugal
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
França e Alemanha vão liderar negociações anti-espionagem com os Estados Unidos
In Público
Portanto, agora, em vez de serem só uns cabrões a meterem-se nas nossas vidas (quer dizer, não será propriamente nas nossas, porque, basicamente, ninguém quer saber o que por cá se passa), vão ser três, e dois deles até costumam comer à mesa connosco (quer dizer, não será propriamente comer, costumamos servi-los).
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Que é feito do Jerónimo de Sousa?
Alguém o tem visto? Está vivo? É que de repente deixou de se ouvir falar no homem. Na verdade deixou de se ouvir o homem falar. E é que nem me estou a queixar. Isto é como as dores de barriga e normalmente só nos lembramos delas quando as temos, mas suponho que senti uma certa nostalgia, agora que já nem o Bernardino Soares vamos ter na Assembleia da República. Lá está, valha-nos a Catarina Martins.
Viroses
Hoje, um colega comentava com alguma piada, que a estratégia está para a gestão, como a virose está para a pediatria. Referia-se àquelas coisas inexplicáveis, que se diz aos colaboradores serem estratégicas, com um ar grave e profundo, a ver se a malta se cala e vai pregar para outra freguesia. Os pediatras fazem o mesmo quando os putos têm febre sem mais nenhum sintoma – é uma virose que anda por aí! Ao que os pais perguntam – mas um vírus de quê? Recebendo em resposta, com um ar grave e profundo – uma virose! E passa para cá setenta e cinco euros, que é para aprenderes a não me telefonar às duas da manhã, só porque o fedelho não quer o biberão.
Os meus problemas
Os meus problemas são relativamente simples. Na verdade quase todos têm solução e o que me chateia mesmo é o trabalho que dão a resolver. Aliás, em boa verdade nem é trabalho, mas sim transtorno. Lá aquilo de ter de telefonar ao gajo X, que nunca atende e que, quando finalmente atende, combina para a hora Y, saio mais cedo da empresa e ele não aparece. Lá se volta a tentar telefonar meia dúzia de vezes, que pede imensa desculpa mas surgiu um imprevisto, a mãe voltou a morrer, pois que já é a sétima vez esta semana e que amanhã de certeza que sim. E é isto. Este tipo de coisas repete-se num loop interminável que me desgasta, agasta e satura.
Acontece que nas últimas semanas a dimensão da coisa se tem avolumado cá por casa, a maioria das vezes ligada a água, assunto em que não me sinto muito à vontade, a não ser que esteja dentro de um copo, piscina ou a cair de um chuveiro, pelo que tenho mesmo de me socorrer dos especialistas. Ontem parecia que estávamos a fechar um ciclo e vários dos assuntos estariam resolvidos, não fosse depois de jantar voltarmos a depararmo-nos com a coisa e deitei-me lixado da vida.
E isto tudo para partilhar uma experiência que finalmente me permitiu perceber a expressão "estou a transbordar" de problemas. É que hoje ao acordar tive um momento de inocência em que por momentos não lembrei de nada destas tretas e me sentia perfeitamente descansado. Rapidamente, uma após a outra, fui-me recordando e senti a cabeça a encher como um copo, até transbordar... O que infelizmente não aconteceu, porque estas merdas continuam todas cá dentro a irritar-me.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Eu achava que não havia nenhum político mais insuportável que o francisco louçã...
... até conhecer a catarina martins.
Afinal de contas é mais ou menos a mesma coisa, não fosse ter aquela caraterística extremamente irritante de algumas mulheres, que é quererem mostrar que são mais inteligentes do que os homens que as rodeiam. Por isso, nunca se cala e para se destacar defende qualquer imbecilidade que lhe passa pela frente, desde que seja o oposto do que o adversário está a dizer (na verdade, desde que seja o oposto que o mínimo senso comum aconselha) e consegue fazê-lo com aquele tom professoral, com que o francisco louça já me conseguia pôr a espumar no sofá. O que vale é que, com sorte, de seguida aparece o joão semedo, que está para os políticos como o valium está para os maniacos depressivos, e me consegue adormecer ao fim de um minuto.
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
Indecisão
Por vezes ficamos completamente bloqueados, incapazes de
decidir seja o que for, presos num momento no tempo que parece não acabar. Note-se
que o ideal é que esse momento não seja em cima de uma mota, em sexta a fundo,
a duzentos metros do fim da reta do Mindelo.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Testes de ADN confirmaram as aparências, a criança não é filha do casalAFP/POLÍCIA GREGA
Claramente era preciso um teste de ADN para confirmar que estes dois monos não eram os pais da miudita. Enfim...
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