quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fazer a mala

Para as férias de oito dias na praia estive para fazer a mala de forma absolutamente organizada. O plano era colocar a roupa pela ordem em que ia ser utilizada: primeiro dia, manhã - calções de praia e t-shirt; primeiro dia, final de tarde - boxers, polo, bermudas; segundo dia, manhã - calções de praia e t-shirt, e assim por diante. O plano acabou abortado porque só tenho quatro calções de praia e não me consegui convencer a quebrar a regra, nem a comprar mais calções.

Agora, para as férias culturais, ou de viagens a cidades ou lá o que é que ela lhes chama, voltou-se a colocar o desafio. Cinco dias, quatro noites. Será possível fazer tudo com uma mala de cabine? A pergunta é meramente retórica, porque no ano passado vimos um casalinho de putos a viajar oito dias para a República Dominicana com duas malinhas de cabine, daquelas que cabem as duas ao mesmo tempo no medidor da Ryanair e o tipo ainda levava sapatilhas para correr. Portanto, sim, cabe tudo, desde que um gajo seja grande mestre em origami e consiga dobrar a roupa toda em quadradinhos minúsculos.

A coisa comigo não resulta, porque sou, digamos, um tudo nada obsessivo no que respeita à antecipação de imprevistos. Vai daí, quatro polos para andar durante o dia, duas ou três camisas para jantares especiais, cinco ou seis pares de boxers, uma t-shirt para dormir, outra t-shirt para o que for, umas calças de ganga para o caso das primeiras se sujarem, umas bermudas, havaianas para a piscina, outras sapatilhas. E ainda não entrei na higiene pessoal e medicamentos, carregadores, patinho de duche e ursinho de peluche...

2 comentários:

O Sexo e a Idade disse...

Antes da minha vida de "emigresa" também para mim fazer as malas era um quebra-cabeças, agora mesmo preparada para os imprevistos é quase meia bola e força.
Das duas (na verdade três) uma (ou melhor duas) ou me tornei mais prática, ou me habituei a comprar lá o que me faltou enfiar na mala, ou a mala cresceu...

Gado Amarrado disse...

No meu caso, claramente a mala cresceu... mas nunca se sabe, sei lá se por lá vou encontrar um aparador ou um sofá que me agrade.