Mostrar mensagens com a etiqueta Serviço Público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Serviço Público. Mostrar todas as mensagens
sábado, 5 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Serviço público
É isso, à laia de serviço público, vou informando que logo os noticiários começam com inundações nas ruas deste país, obviamente inesperadas, no sentido em que não nos enviaram nenhum sinal... Sei lá, as andorinhas foram embora, o outono chegou, hmmm...
quarta-feira, 10 de julho de 2013
O duplo padrão
Um tipo vai a um médico particular, com uma rececionista incompetente, que tem cinco ou seis pacientes à sua frente, a tentar tratar ao mesmo tempo da faturação, marcações de novas consultas, telefone e informações gerais, enquanto o médico, que já chegou ao consultório meia hora atrasado, vai acumulando atrasos sobre atrasos nas consultas. Tudo normal, um ou outro queixume, mas nada de espetacular.
Um tipo vai inscrever-se ao centro de saúde porque se esqueceu de tomar a vacina para o tétano, é atendido ordeiramente através de um sistema de senhas, a administrativa dá todas as explicações e mais alguma, os enfermeiros são impecavelmente profissionais e corre tudo bem. Porque a dada altura uma "utente" se aproximou do balcão de atendimento e ficou por ali a pairar, há logo um desabafo mental ao estilo, o povo é sempre a mesma merda, não se consegue organizar e esperar pela sua vez, tem a mania que é esperto, é por isso que isto não anda para a frente.
terça-feira, 19 de março de 2013
Sindicato do Pessoal de Voo aceita desconvocar greve
In Público
Em troca de? E correndo o risco de me repetir, em nome de quem é que passo o cheque?
Acho mesmo engraçada a ideia que um país tem de ter uma companhia aérea que o represente... Se se fossem mas é f#$%. Quem é que ficou com o número de telefone do Efromovich?
quinta-feira, 7 de março de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Ainda sobre o "Grândola, Vila Morena"...
Começa-se a gerar algum consenso que a PSP não está a atuar com suficiente prontidão. Alguns daqueles cabrões cantam tão mal, que a polícia devia recorrer a qualquer medida para os calar, nem que fosse gás lacrimogéneo, canhões de água ou arrear-lhes com o cassetete até os porem inconscientes. Só depois, restaurada a ordem pública e sanidade dos presentes, removê-los do local para identificação.
E antes que se ponham com as tretas sobre a liberdade de expressão e de manifestação, porque isto é um estado democrático, os motivos são a tal perturbação da ordem pública e atentado ao bom gosto. Estes tipos de esquerda vestem-se mal para caraças, sempre com aquelas porcarias à volta do pescoço e com ar que quem não toma banho desde a festa do avante e são claramente amadores, senão repare-se na coreografia, é que nem aquela coisa tão alentejana de levantar o pé esquerdo, compasso, levantar o pé direito, compasso...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Moedas: Precisamos de construir um “Estado que não pese tanto aos cidadãos e nos impostos que têm de pagar”
In Expresso
O secretário de estado carlos moedas teve um lapsus linguae, que irei tentar corrigir, porque o que efetivamente pretendia dizer era: precisamos de construir um estado que não pese tanto aos cidadãos nos impostos que têm que pagar.
Parece a mesma coisa, mas efetivamente não é. A ausência do "e" ali entre "cidadãos" e "nos impostos" faz toda a diferença. Na verdade, a diferença entre serviço público e iniciativa privada, porque estes gajos consideram que qualquer euro gasto em serviços públicos, quando podia gerar lucros privados, é uma estupidez e a malta acaba por gastar o mesmo. Vai daí, despede-se cinquenta mil professores, aniquilando o ensino público, coloca-se o serviço nacional de saúde a preços próximos da saúde privada e num passe de mágica o povo esquece as funções do estado. Estou no entanto curioso para ver como é que se resolve a questão da segurança e da defesa, mas também pode acontecer, e até é bem provável, que só estejam no relatório para mais tarde caírem em jeito de cedência.
Não contesto a opção ideológica, que na verdade até está próxima do liberalismo económico que subscrevo. Incomoda-me é a forma dissimulada como as coisas são feitas e o desprezo pela condição de dezenas de milhares de portugueses durante o período de transição, no fundo gerações sacrificadas em favor de um suposto bem comum e dos que virão. Suponho que a coisa resulta bem para aqueles que acreditam na reencarnação, mas mesmo assim pode calhar-lhes na sorte um rato ou uma lombriga.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Apenas três comboios da CP circularam devido à greve
In Jornal de Notícias
À quantidade de greves que estes gajos fazem, sugiro que comecem a divulgar os dias em que trabalham!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Prenda para a casa
Nesta quadra natalícia em que as palavras mais ouvidas são recessão, austeridade e poupança, aqui fica o meu pequeno contributo para a alegria no lar, à laia de serviço público, sugerindo uma prenda dentro da categoria "para a casa", a Gillette Fusion Proglide.
Para aqueles mais sugestionáveis e nojentinhos, não, não estou a sugerir que marido e mulher utilizem a mesma lâmina, um para barbear a cara, outra para barbear... enfim, o que tiver para barbear.
Acontece que esta maravilha tecnológica tem duas extremidades com funções claramente distintas. Se à direita encontram a cabeça, da lâmina, destinada à função mais óbvia, desfazer a barba dele, à esquerda encontram a cabeça, do cabo, macia e adequada a desfazer as necessidades dela*. Para os menos informados, qualquer uma das funções será auxiliada pela capacidade de vibração da máquina, que se para eles é claramente divulgada na publicidade, para elas fica implícito no sorriso maroto quando o vêm de lâmina na mão.
* recomendo retirar a lâmina da outra extremidade para a eventualidade das coisas ficarem demasiado animadas.
* recomendo retirar a lâmina da outra extremidade para a eventualidade das coisas ficarem demasiado animadas.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Made in Portugal (by small children, just like in China)
E agora para o meu próximo número, serviço
público à séria.
Ontem ao almoço, no meio de uma conversa que não prometia nada para além do habitual "isto está difícil" e "assim não vamos lá", de repente vindo do nada, alguém se descai e fala numa coisa com o nome movimento560 que, para
aqueles que não sabem (quem já sabia e não disse nada é um
nojento do caraças), pretende dinamizar o consumo do que é nacional (e que com sorte até pode calhar de ser bom). É daí que vem o nome, não tanto o "movimento", que isto deve ser coisa da esquerda e até lhes ficava mal se a iniciativa não tivesse lá a palavra, mas o "560", para tornar a identificação das coisas à prova de estúpido, porque são os três primeiros
dígitos nos códigos de barras dos produtos portugueses.
E é isto, a malta começa a comprar produtos portugueses, roupas no talho, mercearias na peixaria, frescos na boutique (ou lá como é), dinamiza a economia nacional e o problema fica resolvido. Entenda-se resolvido para os que produzem ou comercializam produtos e serviços portugueses,
porque os outros são capazes de se lixar. Mas pronto, isso são detalhes e vamos
resolvendo uma coisa de cada vez, que nestas coisas da esquerda, o que interessa é a intenção. Já agora, para quem está a pensar trocar de
carro, agradece-se que espere 5 a 10 anos até termos uma marca nacional. Mais 5 ou 10 anos se fizerem muita questão que o carro
ande.
E agora é divulgar, que isto é coisa séria e eu já estou farto de comer maçãs chilenas.
E agora é divulgar, que isto é coisa séria e eu já estou farto de comer maçãs chilenas.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
PSP vai revelar onde coloca alguns radares de controlo de velocidade
In Público
Ora aí está serviço público - a malta anda dentro dos limites legais e evita a multa.
Já os carros descaracterizados é coisa que me custa a engolir, porque pouco faemz para evitar acidentes (se não os potenciarem, porque um gajo vai disparado, com os olhos no retrovisor), que podem ser catastróficos, em especial se envolver inocentes.
Aqui há uns anos, numa daquelas operações Páscoa ou Natal, a polícia, bombeiros e todo o tipo de ambulâncias foram para a estrada e volta e meia lá estavam a acenar nos viadutos, um tipo não conseguia evitar pensar para que servem as ambulâncias e punha-se com dono. A ideia de deixar carros acidentados na berma da estrada também não vai mal. Melhor só se acrescentassem umas cabeças, braços e sangue espalhados à volta dos carros (não têm necessariamente de ser verdadeiros, mas sempre marcavam pontos por realismo).
De qualquer modo, a minha melhor experiência de prevenção rodoviária foi com um GNR da BT, que uma vez disse numa bomba de gasolina, a mim e ao grupo de amigos com quem ia dar uma volta de mota, para só acelerarmos a sério a partir de Vila da Feira.
- Mas porquê?
- É que a partir de lá já não é connosco. Sempre que vocês se espetam ficam todos colados aos railes e dá uma trabalheira do caraças raspar-vos de lá!
Hmmmm!...
Foi ver-nos ali alinhadinhos, agarrados com toda a força e a velocidades estupidamente civilizadas, tipo casal de velhinhos a passear ao Domingo pela marginal no seu Toyota Corola de 1966 (como novo).
Aqui há uns anos, numa daquelas operações Páscoa ou Natal, a polícia, bombeiros e todo o tipo de ambulâncias foram para a estrada e volta e meia lá estavam a acenar nos viadutos, um tipo não conseguia evitar pensar para que servem as ambulâncias e punha-se com dono. A ideia de deixar carros acidentados na berma da estrada também não vai mal. Melhor só se acrescentassem umas cabeças, braços e sangue espalhados à volta dos carros (não têm necessariamente de ser verdadeiros, mas sempre marcavam pontos por realismo).
De qualquer modo, a minha melhor experiência de prevenção rodoviária foi com um GNR da BT, que uma vez disse numa bomba de gasolina, a mim e ao grupo de amigos com quem ia dar uma volta de mota, para só acelerarmos a sério a partir de Vila da Feira.
- Mas porquê?
- É que a partir de lá já não é connosco. Sempre que vocês se espetam ficam todos colados aos railes e dá uma trabalheira do caraças raspar-vos de lá!
Hmmmm!...
Foi ver-nos ali alinhadinhos, agarrados com toda a força e a velocidades estupidamente civilizadas, tipo casal de velhinhos a passear ao Domingo pela marginal no seu Toyota Corola de 1966 (como novo).
sábado, 29 de setembro de 2012
Outono
Aviso já, que é para não dizerem que eu sou um ranhoso e não disse nada a ninguém - o outono já chegou.
Posso também adiantar em primeira mão que é bem provável que lá para dezembro venha o inverno. É que este ano esqueci-me de avisar que vinha o verão e a malta, honrando a tradição, lá deixou arder meio país. Era conveniente não deixar agora a outra metade ficar inundada.
Bom, agora já sabem...
Bom, agora já sabem...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
