sábado, 12 de janeiro de 2013

Porto-Benfica, os treinadores

Eu, como muitos portistas, detesto o Vítor Pereira. É daqueles poucos treinadores do FCP que a malta não consegue endeusar. Suponho que a razão mais óbvia é porque o homem é, efetivamente, uma nódoa como treinador. Depois também não terá ajudado a personagem que inventou para se apresentar em público, uma mistura de special one com special two.

E se a arrogância do José Mourinho era perfeitamente aceitável, porque o gajo é mesmo o melhor do mundo, a do André Vilas Boas acabava por ter piada, não só pelo desplante do puto, mas também porque de caminho ganhou a Liga Europa, espetou com 5 a 0 ao benfica e ganhou o campeonato na luz, com direito a banho às escuras no relvado, uma espécie de skinny dipping, sem o dipping.

Já o Vítor Pereira é meramente irritante. Em todo o caso, se no plano desportivo a coisa não há maneira de mudar e estamos todos em agonia a tentar adivinhar o que é que o gajo está a inventar para domingo, no que respeita à comunicação a coisa melhorou a olhos vistos. Um pouco na qualidade, porque deve ter tido aulas e decorou algumas frases, donde se destaca a deliciosa "a sorte dá muito trabalho", mas essencialmente na quantidade. Ou seja, alguém, certamente o Picó ou mandatado por ele, deve ter-lhe dito para estar calado. E a coisa resulta, a avaliar pela quantidade de imbecilidades que continuamos a aturar do Jorge Jesus, coisa que nunca se resolveu, nem quando puseram o inenarrável João Malheiro a fazer de ventríloquo.

Vai daí, numa análise obviamente isenta: Vítor Pereira 1, Jorge Jesus 0.

4 comentários:

Filipa Rouxinol disse...

Se já gostava deste blog, então agora muito mais!

Maria Costa disse...

Pois amanhã que seja ao contrário:)

RCA disse...

Oh Maria Costa, quem sabe, quem sabe... serei digno na derrota e intratável na vitória, que detesto hipocrisia :)

Maria Costa disse...

E no empate como é?